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Redes para a transformação: o modelo do Arapyaú

Como lidar com problemas indomáveis e navegar a complexidade da ação coletiva

Melina Costa, do Economia do Futuro
##ECONOMIA13 de jul. de 232 min de leitura
Melina Costa, do Economia do Futuro 13 de jul. de 232 min de leitura

Este é um episódio patrocinado pelo Instituto Arapyaú

Para problemas complexos, como as mudanças climáticas ou o desenvolvimento sustentável, não há soluções simples. Há muitos atores envolvidos e interesses que nem sempre convergem. Mas isso não significa que a ação coletiva não é possível. Essa é a principal mensagem do Instituto Arapyaú, uma organização do terceiro setor que, há 15 anos, une os mais diversos participantes ao redor dos chamados problemas indomáveis, aqueles intricados, de natureza ambígua e volátil.

Entre as iniciativas do Arapyaú estão, por exemplo, o Uma Concertação pela Amazônia, que reúne setor privado, sociedade civil, setor público e a academia na busca de soluções para a conservação e o desenvolvimento sustentável deste território. Também tem a Agência de Desenvolvimento Regional Sul da Bahia, com projetos que vão da melhora de índices educacionais a incentivos para o cultivo sustentável do cacau. E ainda há outras das chamadas redes, como a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura - que colocou gigantes do agro e ONGs ambientais ao redor da mesma mesa.

Este episódio é para compartilhar os aprendizados do Arapyaú durante a criação dessas redes: como engajar participantes, como lidar com conflito, como estimular lideranças, como medir os resultados. Ou seja, é uma reflexão e uma espécie de guia para todo mundo interessado em organizar ou participar de ações coletivas. Eu conversei com Thais Ferraz, diretora do instituto, e Roberto Waack, presidente do conselho.

O EDF é publicado quinzenalmente às quintas. Para não perder nenhum episódio siga esse podcast no seu tocador. E para falar comigo, o meu email é [email protected]

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