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Quão verde é o novo PAC?

Programa prevê recursos para combustíveis de baixo carbono e cita a emissão de títulos soberanos sustentáveis, mas destina quase R$ 274 bilhões para petróleo e gás

Melina Costa, do Economia do Futuro
##ECONOMIA6 de set. de 231 min de leitura
Melina Costa, do Economia do Futuro6 de set. de 231 min de leitura

O governo Lula lançou em agosto o novo PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento que se tornou marca das gestões petistas anteriores. Mas, dessa vez, além de focar em programas sociais e de infraestrutura, os investimentos também têm o objetivo de facilitar a transição ecológica da economia. Mas quão verde é, de fato, o PAC?

Marta Salomon, especialista sênior do Instituto Talanoa, se debruçou sobre os planos do governo. No eixo chamado "transição e segurança energética", 60% dos recursos serão destinados ao setor de óleo e gás - o valor é 13 vezes maior do que os investimentos previstos para combustíveis de baixo carbono.

Ao mesmo tempo, o PAC prevê aportes para a prevenção de catástrofes naturais, para a geração de energia renovável e a regulamentação de atividades relacionadas ao hidrogênio verde. Sem falar  na criação do mercado regulado de carbono.

Nesta entrevista, Marta fala sobre os acertos e as contradições do PAC, e as difíceis escolhas de um país que precisa descarbonizar a sua economia e continuar crescendo.

Para se aprofundar ainda mais no tema, veja aqui um artigo escrito pela Marta a respeito: https://politicaporinteiro.org/2023/08/31/ate-que-ponto-o-novo-pac-esta-alinhado-a-emergencia-climatica/

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